sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Socialismo e Liberalismo versus a Família.



Esse post foi publicado no meu blog, Thyself O Lord, mas como bem lembrou o meu leitor Kauê, o tópico é muito mais relacionado ao Bloco 11, Cela 18.

É uma palestra para o Heritage Foundation, instituição relacionada ao liberalismo econômico radical. O tema central é Socialismo versus a Família. Mas o filósofo Edward Feser explica que o liberalismo econômico apoiou a criação do Socialismo e também a destruição da família.

Não vou traduzir a palestra de 1 hora, vou apenas apontar a linha de raciocínio de Feser.

1) Pensavam que o fim da União Soviética e a adoção de modelo capitalista pela China que o socialismo estava morto. Mas não, eles dominam a cultura, eles são "mortos que andam". O Socialismo tem tido um grande renascimento  nos Estados Unidos;

2) Socialismo foi posto em prática em Venezuela "com os resultados previsíveis";

3) Os problemas econômicos do Socialismo são bem conhecidos. O que desejo falar hoje é sobre o impacto mais fundamental do Socialismo, o impacto na família;

4) Socialismo envolve a centralização do planejamento econômico, controle dos meios de produção. Uma ação do governo pode ser socialista em substância, a chave para identificar é a noção de posse (ownership). A terra pode ser minha, mas o governo pode me proibir de usufruí-la livremente de alguma forma, ao ponto do governo ser o real dono da terra. Nesse sentido, eu perco a propriedade.

5) Socialismo moralmente coloca o indivíduo abaixo do coletivo, há tentativa de igualar todos. Há o socialismo-nacionalista (nazismo) em que o indivíduo deve se submeter ao que seria o bem da nação ou da raça. Há também o socialista-igualitário que desejar distribuir a riqueza igualmente, tirando de uns e dando para outros, e acha que isso trará mais liberdade para todos.

6) O socialismo igualitário avança em todas as questões política e sociais. Dizem que são contra qualquer discriminação, de raça, sexo, religião, etnicidade e tipos de família.

7) Atualmente, as duas vertente de igualdade de renda e igualdade política se juntam e aprovam posições contra a liberdade individual, como a liberdade de expressão;

8) Feser usa o livro The Marriage Problem, de James Q. Wilson, para debater sobre a definição de família. A ideia de família com homem e mulher que geram e cuidam dos filhos é universal e é está enraizada na biologia.

9) Assim, há e houve também uma visão negativa universal para sexo fora do casamento e para relações sexuais que não geram filhos, uma vez que as crianças precisam do pai e da mãe para se desenvolver e as relações sexuais gays são vistas como desestabilizando a sociedade;

10)  Essa é a visão natural (baseada na biologia) e tradicional da família.

11) Cada parte da família naturalmente divide as funções de cada membro da família. A alimentação e cuidado dos filhos consome muita dedicação, especialmente da mulher, e o pai, historicamente se posicionou como aquele que prover os bens para a casa. Há uma complementaridade entre a participação da mulher e do homem na família. O que o pai traz para casa pertence à família e não apenas ao homem. Essa situação ocorre por tanto tempo e de forma universal que pode ser caracterizada como fazendo parte da natureza humana.

12) As crianças na família além de receberem o apoio material, devem receber o apoio espiritual, moral e educacional dos pais. Se os pais têm a obrigação de prover ambas, eles têm também o direito de provê-las;

13) Mesmo na atual sociedade, plena de defensores do feminismo e do socialismo igualitário, a família tende a se enquadrar dessa maneira, com a mulher dado mais apoio às questões domésticas e aos filhos, ainda mais no divórcio.

13) A família é assim considerada por defensores do direito natural como o fundamento para a propriedade;

14) Mas o Liberalismo e o Socialismo compartilham da mesma opinião que todos devem ter poder político não importando sexo, raça, religião, etc.

15) A diferença é que o Socialismo apoia maior intervenção do estado para o alcance desse poder~.

16) Interessante notar que os ataques à família se iniciaram no movimento individualista liberal e não no Socialismo. O liberalismo individualista atacou o conceito medieval e aristotélico de família e de homem como um ser social.

17) Socialismo apenas entrou pela porta de ataques à família que o liberalismo abriu.

18) O Estado no mundo liberal serviria apenas para permitir que indivíduos sejam livres. Não teria preocupação social. O liberalismo já disse que o homem e a mulher deveriam ser céticos sobre a ideia de que eles são designados por natureza a se complementarem. Viram casamento como amarra social. Casamento deveria ser visto como um contrato e não como um corpo vivo para criar os filhos. Homem e mulher deveriam buscar individualmente a independência financeira tanto antes como após o casamento. O divórcio deveria ser aberto livremente.

19) Liberalismo apoiou as diversas formas de união entre as pessoas.

20) Todos os movimentos que temos hoje: casamento gay, trans, aborto, contraceptivos, divórcios, concubinato, etc. são consequências das ideias liberais defendidas por filósofos como John Stuart Mill;

21) A ideia liberal apoia a liberação sexual e o feminismo como uma questão de justiça. O liberalismo sustenta o pensamento de que a mulher deve ter tantas oportunidades de trabalho e poder político quanto os homens, que as empresas não podem negar prover recursos por conta de questões religiosas, que o Estado deve apoiar o casamento gay, que mulher deve poder ter acesso a aborto, etc.

22) Assim, o próprio liberalismo apoia a intervenção do Estado para que se alcance estes objetivos da liberação sexual e do feminismo.

23) No entanto, quanto mais temos diferentes formas de família, como mães solteiras, casais divorciados, mais as famílias precisarão de apoio estatal para sobreviver e assim apoiarão a formação de um estado socialista.

24) Nos Estados Unidos, os números mostram que os casados tendem a votar em candidatos conservadores, enquanto pessoas descasadas, divorciadas, solteiras votam em candidatos de esquerda, especialmente mulheres solteiras e divorciadas.

25) A liberação sexual gerou toda a confusão moral do casamento, e hoje o números de pessoas que nunca conheceram uma família sólida só aumenta. Essas pessoas possuem pensamentos confusos em busca de um substituto para a segurança familiar. Isso torna o socialismo atrativo.

26) O Socialismo em si também tem princípios que destroem a família. Socialismo defende renda idêntica, domínio total do sistema de saúde, sistema educacional uniforme para todos, impostos sobre herança. Os bens de primeira necessidade serão providos pelo Estado e não pela família.

27) O Estado toma o lugar do pai e da mãe no Socialismo.

28) Liberalismo e Socialismo se juntam na condenação da forma tradicional de família.

29) Os dois defendem a ideia de que homens e mulheres são basicamente a mesma coisa.

30) Os resultados da liberação sexual e do feminismo são terríveis sob diversos aspectos, como aceleração da depressão e infelicidade entre as pessoas, mas os revolucionários, como os comunistas, nunca admitem a derrota, eles apostam o dobro, aumentam a dose do remédio.

31) O livre mercado não pode se sustentar sem o fundamento familiar.

32) Há uma pergunta interessante que pergunta sobre a Noruega. Seria a Noruega um país socialista? Feser responde que a Noruega é um país capitalista que usa a riqueza para algumas políticas socialistas. O mediador respondeu melhor. Disse que a Noruega só é socialista na tributação individual e da classe média. Mas a Noruega tem impostos mais baixos para empresas e é mais livre em termos capitalista que o próprio Estados Unidos, por diversas medidas feitas por diversos institutos.

33) Em outra pergunta, Feser responde que os cristãos e conservadores devem focar na defesa dos valores tradicionais na família, hoje em dia os cristãos estão se alinhando mais a questões que mais se aproximarão do humanismo defendido pelo mundo. Os Cristãos devem tomar uma atitude defensiva aguerrida na defesa dos valores tradicionais.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Celebridades Querem Banir os Canudos de Plásticos para Salvar...(Esqueçam)



Mais uma onda das celebridades. Baseados em pesquisa de uma criança (isso mesmo, de uma criança) que diz que são consumidos 500 milhões de canudos plásticos todos os dias, celebridades querem banir os canudos de plásticos e passar a usar de papel, pois dizem que os canudos de plásticos poluem os mares e o meio ambiente.

Mas e os do papel?

Bom, esses além de serem terríveis como canudos, são  bem pior para o meio ambiente, consumem muito mais energia na produção.

Ok, celebridades são celebridades, a estupidez é a norma mesmo entre elas. Acontece que essas ideias estúpidas custam milhões, encarecem a vida, tiram empregos, prejudicam as pessoas.

Vejam o vídeo acima.




terça-feira, 5 de junho de 2018

Tributar o PUM da Vaca - Nova Solução Idiota para Aquecimento Global


Eu sempre aprendi que a vaca é um bicho no qual se aproveita tudo. E também penso na vaca como um exemplo primordial para mostrar como a importância de um animal para o ser humano é fator que impede que o animal seja extinto.

Outra dia, também li uma historinha de que o segredo da humanidade é saber que "a vaca não dá leite". Pois na verdade é preciso acordar cedo e fazer todo um trabalho para se tirar o leite da vaca.

Para minha surpresa querem agora usar a vaca para acabar com o aquecimento global. Como a vaca é um bicho ruminante e assim o pum que ela solta é cheio de metano, que aqueceria mais o planeta do que o carbono, o estado deveria tributar o pum da vaca!!

A ideia idiota veio de Bill Nye em uma entrevista.

Bill Nye é um engenheiro mecânico mericano, que é conhecido como "science guy" (o cara da ciência) e, claro, nem precisava dizer, é um ambientalista xiita.

Bill Nye não tem nenhuma formação em climatologia ou nem meteorologia.

O site Daily Wire descreveu a ideia de Nye.

Ele disse:

"É isso que podemos fazer e é um jogo que todos ganham: tributar o carbono. Então, se você está criando gado e produzindo muito dióxido de carbono com seu equipamento agrícola e com o "escape" dos animais, então você pagaria uma taxa sobre isso e isso se refletiria no preço da carne, que consequentemente afetaria o preço do peixe e o preço do amendoim. ”

Nye prosseguiu afirmando que o imposto seria uma "forma do livre mercado para calcular o custo real de uma dieta de carne para o mundo".

A maior parte da emissão de gases de efeito estufa baseada no pum do gado vem do mundo em desenvolvimento, em especial do Brasil.

Hummmm... a solução do "cara da ciência" então é encarecer os alimentos no mundo e assim trazer fome e pobreza.

Normal, para a cabeça de melancias (verdes por fora e vermelhos por dentro).

Eu não sei de onde eles tiram essa ideia de que tributar o carbono é um "jogo que todos ganham".

Eu fico imaginando alguém colocando um aparelho no bumbum da vaca para medir quantos puns ela dá por dia e aí dizer ao pecuarista que a vaca dele soltou muito pum naquele ano, e assim ele vai ter de vender a fazenda para pagar a dívida tributrária.



sexta-feira, 11 de maio de 2018

Estudo: Defensores da Mudança Climáticas são MENOS Eco-Friendly


Uma das coisas mais absurdas que a onda ambientalista do aquecimento global trouxe, como qualquer abordagem marxista traz, é uma forte divisão estúpida entre as pessoas. Hoje em dia costuma-se imaginar que qualquer um que discorde que exista aquecimento global ou mudança climática provocada pelo homem (antropogênica) é um cara que odeia a natureza, que joga lixo na rua, que desperdiça água e chuta cachorro.

Um estudo feito por psicólogos publicado no The Journal of Environmental Pscyhcology mostra que aqueles que defendem a mudança climática antropogênica têm comportamento pessoal mais destrutivo ao meio ambiente. 

O psicólogo Michael Hall liderou uma equipe de pesquisadores em uma pesquisa longa que analisou o comportamento ambiental de 600 americanos, divididos em três categorias relacionadas à crença sobre o aquecimento global: "céticos", "moderadamente preocupado" e "altamente preocupado".

Os resultados mostraram que os céticos são os que têm comportamento pessoal mais eco-friendly, são os que mais respeitam o meio ambiente em seus comprotamentos. Enquanto aqueles que estão mais preocupados com o aquecimento global são que mais destroem e desperdiçam os ativos ambientais!! 

Os pesquisadores consideraram questões como reciclagem, uso de transporte público, uso de produtos verdes e uso de sacolas ambientais.

Os pesquisadores ofereceram duas explicações para os resultados:

1) Aqueles que defendem o aquecimento global esperam que o governo ou uma entidade global resolva o problema, enquanto têm comportamento de "licenciosidade moral" pessoalmente. 

2) Aqueles que defendem o aquecimento global são esquerdistas e esquerdistas geralmente defendem maiores gastos públicos para resolver problemas sociais e assim comparativamente aos conservadores doam menos recursos próprios para as causas que defendem. Assim, se dedicam menos pessoalmente nas suas próprias causas. 

O trabalho ajuda a mostrar que devemos ter menos preconceitos contra que é cético sobre mudança climática antropogênica.

Vejam texto abaixo do Principia Scientific International.


Study: Climate Skeptics More ‘Eco Friendly’ Than Alarmists

Written by Thomas D. Williams PhD
Americans who are skeptical about climate change engage in personal behavior that is more friendly to the environment than climate alarmists, who support increased government regulation, a new study has found.
Michael Hall, a psychologist from the University of Michigan, led a team of researchers in a yearlong longitudinal study of 600 Americans who “regularly reported their climate change beliefs, pro-environmental behavior, and other climate-change related measures” and published the results of their study in The Journal of Environmental Psychology.
The researchers grouped their subjects into three categories based on their attitude toward climate change: the “skeptical,” the “cautiously worried,” and the “highly concerned” and correlated their beliefs with their personal lifestyle choices.
The results of the study contradicted the intuitive assumption that people most concerned about climate change would be the most likely to engage in eco-friendly behavior, revealing instead that the contrary is true. There is an inverse correlation between climate-change concern and environmentally beneficial action.
While very supportive of government action on climate, the group of “highly concerned” were the least likely to behave in environmentally friendly ways on a personal level, the study revealed.
The self-described “skeptics,” on the other hand, while the most opposed to government climate policies, were also the “most likely to report engaging in individual-level pro-environmental behaviors,” the study found.
The environmental lifestyle choices examined by Hall and his team included recycling, using public transportation, buying “green” products, and using reusable shopping bags.
Roughly once every eight weeks during the course of a year, participants in the study were asked about their climate change beliefs as well as their degree of support for policies such as gasoline taxes and fuel economy standards. They were also queried regarding their personal conduct.
As a result of the study, researchers concluded that “belief in climate change does not appear to be a necessary or sufficient condition for pro-environmental behavior.”
While the empirical study by Hall and his team did not offer an explanation for the inverse correlation between environmental belief and action, at least two possible theories present themselves.
First, there is a tendency among those who believe they are on the “right side” of an issue at the macro (governmental, social) level to be negligent in the same area at the micro or personal level, an instance of a phenomenon known in psychology as “moral licensing” or “self-licensing.”
By supporting government action in a given area, people may feel morally legitimatized to cut corners at the personal level, and the area of environmental stewardship is no exception.
As Stefan Hartmann of the University of Passau describes in his paper titled “Moral Licensing in the context of Environmental Behaviour,” such an apparent disconnect between belief and action is not uncommon. Supporting government intervention often leads a person to believe he has done his or her share for the environment, leading to “self-licensing” to act in contrary ways at the personal level, as other reports have noted.
Such “moral licensing” may help explain the apparent disconnect between belief and action of the world’s most famous climate alarmist, Al Gore. His 20-room, 10,070-square-foot, Colonial-style mansion reportedly consumes 21.3 times more kilowatt hours than the average U.S. household — including 66,159 kWh per year just to heat his swimming pool.
A second explanation may be found in the distinctive moral universes of conservatives and liberals. While good and bad are bipartisan and neither side can claim definitive moral high ground, there are statistically based moral tendencies that are revealing.
As reported by the New York Times in 2008, liberals favor generous government spending to help the neediest people at home and abroad, but give comparatively little in personal contributions to charitable causes. Personal virtue can be viewed as less important that government programs, which helps explain why liberals favor higher levels of taxation than conservatives, who would rather donate their money than have it taken from them.
Average annual charitable contributions from households headed by conservatives, for instance, give 30-50 percent more than liberal households, the Times article stated.
Similarly, the “generosity index” from the Catalogue for Philanthropy has found that red states are the most likely to give to nonprofits, while Northeastern states are least likely to do so, it noted.
“How America Gives,” a 2014 study published by The Chronicle of Philanthropy, used IRS data to analyze giving patterns across the country and compared levels of giving with how each state voted in the 2012 presidential election (Romney v. Obama).
The study found that the states in which people gave the highest percentage of their adjusted gross incomes were also states that voted for Romney, while states in which people gave the lowest percentage of their adjusted gross income voted for Obama. The top 17 most generous states all went for Romney.
The partisan divide in generosity is not limited to charitable donations. Conservatives also appear to be significantly more generous than liberals in nonfinancial ways, such as volunteering their time and giving blood, the Times article said.
Since the most ardent believers in climate change tend to be on the liberal end of the political spectrum, it would make sense that they would push government action on the environment, while doing less at the individual level.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Bancos Chineses Ficam Gigantescos e seus Riscos Também


Os três maiores bancos do mundo são chineses e eles estão gigantescos, os ativos desses bancos ultrapassaram em valor os ativos dos bancos europeus e dos bancos dos EUA.

Os números dos banco chineses chegam a limites nunca imaginados e seus riscos também. O mundo morre de medo deles, caso entrem em alguma espiral problemática.

O site The Week escreveu um ótimo artigo descrevendo-os.

Aqui vai uma parte do texto:

Lots of things are bigger in China: the population, the IPOs, the electrical dams, the Starbucks, even the mosquitos. Turns out the banks are bigger too.
The three largest banks in the world are all Chinese. The country's banking sector hit $35 trillion early this year — roughly 3.1 times the size of China's annual GDP. It overtook the eurozone's banking assets of $31 trillion — 2.8 times the eurozone's GDP — in late 2016. And it leapfrogged America's banks — $16 trillion in assets — back in 2010.

How did that happen? And should the rest of the world be worried about its gargantuan scale?

A lot of Western financial reporting has been nervously eyeing China's banks for several years now. When we talk about bank assets, a lot of that is loans made to households and companies. And China's banks built up their assets by lending like crazy over the last decade. If you add up the country's household, corporate, and government debt, the ratio of the total compared to GDP is roughly equivalent to America or Britain. But the speed with which China arrived at this point is kind of astounding.

Richard Vague, a former bank CEO and the chair of The Governor's Woods Foundation, told The Week that, just since 2008, China has seen "the largest growth in private debt in the history of the world."
You couldn't blame anyone for wondering if that pace of lending is sustainable.


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Ambientalistas Tarados: Ecosex e Banho de Floresta



Imaginem que Pedro Álvares Cabral fosse o ambientalista radical dos nossos dias. Chegando em terras do Pau Brasil, ele olharia para aquela floresta e diria para si mesmo: "Opa, cheguei no Paraíso, agora poderei fazer longos banhos florestais e fazer muito sexo com a natureza".

O problema para Cabral é que ele poderia ser literalmente comido durante seus atos ambientalistas pelos índios canibais que habitavam o Brasil .

Bom, voltando ao dias de hoje, Dr. Briggs, um estatístico de meteorologia, nos apresentou essas novidades do mundo ambientalista: Forest Bathing (Banho de Floresta) e Ecosex (sexo, sexo mesmo, com a natureza).

Costumavam chamar os ambientalistas de melancias, por serem verdes (preocupados com o meio ambiente) por fora, mas vermelhos (comunistas) por dentro. Agora, essa melancia está apimentada sexualmente.

No artigo que explica as novidades. Ele ressalta que o tal Banho de Floresta não é um banho na realidade, aquele em que se usa água. É um banho figurativo. O sabão que se usa são as "maravilhas da floresta".

Antigamente, diz Briggs, costusmava-se chamar esse "banho de floresta" de simplesmente caminhada pela mata.

Mas tem gente cobrando US$ 50 por um banho de floresta e você pode se tornar um líder de naho de floresta se pagar US$ 3.400. Tem até livro sobre o assunto. Segundo esses "especialistas", o banho de floresta produz bem estar mental, emocional e também saúde física, além de ajudar a "curar a relação entre o planeta e a humanidade". 

Eles ressaltam que as informações técnicas dos seres da floresta não são importantes, não importa saber o tipo de árvore, o tipo de flor, para que servem, nada. O que importa é "o relacionamento com as flores, as árvores, bichos, etc." Inclusive, é pedido que as pessoas identifiquem uma árvore que seja irmã gêmea. Você coloca a mão na árvore e sente logo que se trata de um membro da sua família.

Mais apimentado ainda é o Ecosex, que avança nos interesses sexuais. Defensores do Ecosex defendem que se deve fazer amor com a terra, abraçar árvores, massagear a terra e falar coisas eróticas com plantas. Existe já um manifesto pelo Ecosex de 2011 e até artigo publicado com o selo da Universidade de Oxford. 

Para uma Universidade que foi criada por clérigos da Igreja Católica há mais de 800 anos, sendo bem mais velha que Pedro Álvares Cabral, esse tipo de artigo é apenas um exemplo sobre como andam as principais universidades do mundo. Elas estão ficando inócuas e estimulando a estupidez.

Outra universidade, dessa vez na Califórnia. a Universidade da Santa Cruz da Califórnia, define um exosexual como uma pessoa que relaciona a natureza com romantismo e sexo e ressalta um novo campo de pesquisa a sexecologia que "intersecta" ecologia com sexologia.

Pode-se encontrar nos manuais de Ecosex, 25 maneiras de fazer amor com a natureza e também há dicas para ecosexuais como por exemplo: não ficar tímido, deixar rolar os fluídos sexuais e enfiar partes do corpo no solo.

Obviamente, tanto os defensores do banho da floresta como do Ecosex dizem combater o aquecimento global. 

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Vejam parte do artigo de Briggs:

From Forest Bathing To Ecosex, Earth Day Sure Has Changed

To Save The Planet, Have Sex With The Planet?

By WILLIAM M BRIGGS Published on April 21, 2018 • 8 Comments
Earth Day is a good time to note that environmentalism is growing creepier.
Take the queer practice of “forest bathing.” Forest bathing “doesn’t involve actual bathing, the kind with water. It’s figurative bathing. You soak in the wonders of the forest.” How? By walking slowly.
We used to call forest bathing “taking a walk.” That was long ago in less enlightened times before mankind learned how to turn commonplaces into marketable experiences.
Amos Clifford, the mastermind behind the movement, leads forest bathing sessions for $50 a stroll. Or for $3,400 you can learn how to be a forest-bathing leader. Clifford also wrote Your Guide to Forest Bathing.
Clifford claims forest bathing “can produce mental, emotional, and physical health benefits” and says your gentle footsteps will “connect with nature as a way to help heal both the planet and humanity.”
...

Dirty Talk

My tree didn’t extend its intimacy beyond a chat. This would have been disappointing to Sarah Ensor. She quotes approvingly from the Ecosex Manifesto in her peer-reviewed paper (put out by Oxford University Press), “The Ecopoetics of Contact: Touching, Cruising, Gleaning“:
“[Ecosexuals] make love with the earth … . We shamelessly hug trees, massage the earth with our feet, and talk erotically to plants … .” Such an approach, which counters mainstream environmentalism’s ascetic imperatives by advocating unbounded pleasure, playfully indexes one of the foundational impasses inhibiting the development of a queer ecocriticism: the conflicting status of embodied desire — and thus of touch — in its two constitutive fields. (ellipses original)
This standard academic gibberish masks a real trend. Ecosex is on the move.
According to the page “Here come the ecosexuals!” hosted by the University of California of Santa Cruz, a public institution, an exosexual is “a person that finds nature romantic, sensual and sexy.” Sexecology is “a new field of research exploring the places sexology and ecology intersect.” (The home page is not linked and is definitely not safe for work.)
The Ecosex Manifesto insists that “being ecosexual is our primary (sexual) identity” and that ecosexuals are “polymorphous and pollen-amorous.”
There is a helpful guide for ecosex newbies: “25 Ways to Make Love to the Earth.”
Tip #2: “At first you may feel embarrassed to be lovers with the Earth. Let it go. It’s OK.”
Tip #7: “Circulate erotic energy with her.”
Tip #18: “Bury parts of your body deep inside her soil.” This is to pre-experience what happens when (Tip #25), “death brings you closer together forever.”

Save the Planet for What?

This isn’t about self-indulgence. This is, says Vice, about saving the planet and “combatting [sic] climate change.”
You strap on surgical masks with glued-on moss formations, then pervert yourself with the soil. This will drop atmospheric temperatures. We aren’t told how.
Ecosex is not to be confused with ecosexuality, which is about the “sustainable” choice of “environmentally-friendly,” and presumably expensive, “bedroom paraphernalia.”
What’s confusing about this distinction is that sex — actual sex — requires no paraphernalia whatsoever and is by definition the very nature of sustainability.
Lost in these bizarre practices is that the best way to celebrate Earth Day is a prayer of thanksgiving for the bounty which we receive. Send this article to your tree-hugging friends to remind them.